Hoje, 23 de maio, é o dia da bordadeira. Data para homenagear aquelas artistas que com o talento das mãos, criatividade, linhas e agulhas, dão vida à peças das mais diversas, sempre lindas e delicadas.

A origem do bordado remete aos primórdios da humanidade, ainda na pré-história, quando nossos ancestrais, usando agulhas feitas de ossos e o fios de fibras vegetais, adornavam as suas vestes através do ponto cruz.

De lá para cá, muita coisa aconteceu na história da humanidade e o bordado sempre se fez presente. Grécia antiga, Roma, nos impérios do oriente, no desenvolvimento da civilização moderna. Adornando, decorando e contando histórias marcantes.

É verdade que em alguns períodos mais recentes, o bordado manual enfrentou alguns desafios, especialmente com o surgimento de técnicas mais ágeis e industrializadas de produção. Mas para a nossa alegria, o que se observa nos dias de hoje é uma grande revalorização do mesmo como manifestação artística e cultural por todo o mundo.

Sim, a arte de bordar está se revigorando e se reinventando a cada dia que passa! Tradição com toques de contemporaneidade e bordados maravilhosos que são verdadeiras obras de arte surgindo com força em itens de vestuário, cama, mesa, banho, decoração! Tudo isso graças ao esforço e trabalho das bordadeiras em manter a qualidade impecável dos rememoráveis bordados de nossas vovós!

Aqui na PdD, temos orgulho em afirmar que o bordado tem um espaço de amplo destaque. Tanto em peças que compõem as nossas prateleiras quanto no evento mais apaixonante da papelaria, o Bordando no Banquinho, projeto que reúne, mensalmente, as bordadeiras da cidade (mulheres e homens de diferentes gerações) para bordar, trocar pontos, aprender novas técnicas e bater papo à sombra de nossa árvore.

No última final de semana, inclusive, recebemos por aqui uma edição para lá de especial do evento. Homenageamos o Vale do Jequitinhonha com técnicas e riscos que remetem à beleza e a cultura da região. A seguir, você confere algumas fotos dessa manhã deliciosa: