O ano de 2018 está chegando ao fim! Aqui na PdD, o ciclo que se encerra na próxima segunda-feira foi marcado por muito amor, criatividade, encontros, parcerias, aprendizado e novidades.

Em nossa vitrine, sempre pensada com muito carinho para deixar a papelaria vistosa e receptiva, foram o rosa (a cor do amor), as plantas, as flores e as estrelas quem deram o tom ao longo de boa parte do ano! Nomes como Nicole Bini, Simone Campos, Daniel Gonçalves, Sylvie Moyen, Lucas Carvalho, Dulce Ribeiro, Matheus Dias, Márcia Franco, o Ateliê Casa da Cultura, de Lúcia Castanheira e Daniela Ângelo (a quem gostaríamos de deixar registrado um obrigado para lá de especial por todos os projetos desenvolvidos em conjunto), deixaram sua marca e tiveram seu talento e criatividade expostos em nossa porta de entrada.

No PdD Espaço de Arte, recebemos uma série de trabalhos absolutamente encantadores, de bordadeiras, artistas, designers e fotógrafos como Daniel e seu “Concreto Abstrato”, a “Fresta de Paz” de Sylvie, além de Márcia Franco e suas “Paisagens Compartilhadas”, Letícia Prado e seu “Bordado Contemporâneo”, Beth Tropia e as “Flores Imaginárias”, o “Esquadro” das talentosas meninas da Tapeto, os “Pequenos Formatos” do do Ateliê Casa da Cultura, os “Contos Bordados” feitos por bordadeiras queridas, as “Aquarelas” de Nicole Bini e o “Compêndio para Uso dos Pássaros II”, do amigo Roney Manzi.

Em nosso Banquinho, espaço de muitos encontros, conversas e trocas de ideias, bordamos flores, o carnaval, as mães, São João, o amor, o infinito, o rosa e muitas outras delicadezas, em panos, roupas e acessórios. Cantamos e nos emocionamos com o Coral dos Desafinados, fizemos arte no papelão com o Gustavo da Mobri e acompanhamos a trajetória da Pequena Gilda pelos museus brasileiros, nas palavras da escritora Flávia Azevedo.

E por falar no Banquinho PdD, nos alegramos intensamente ao descobrir que ele serviu de inspiração para o escritor Naider de Freitas, que sentado por aqui, deu vida ao belo conto “Esquecimento”. (Que você encontra no final do nosso post, após as imagens!)

Recebemos com muita honra o convite para conduzir uma visita guiada na 3ª edição do evento Modernos Eternos. Uma oportunidade para dialogar sobre cultura, arte, história e identidade, e de ter contato com o trabalho de grandes profissionais.

Celebramos os 08 anos da loja com uma grande festa, cercada por pessoas muito queridas, entre parceiros, clientes e amigos, e como não poderia deixar de ser, agradecemos muito Luiza Santos Diniz de Deus (Lulu) e Quintiliano de Deus, mãe e pai de Patrícia de Deus, por todas as maravilhosas marcas e pelo aprendizado que deixaram e por serem, ainda hoje, as grandes inspirações de tudo o que fazemos por aqui.

Ao longo do ano, também viajamos muito e coletamos referências em lugares como México, Cuba e em Pernambuco, de onde trouxemos lindas novidades como as Fridas em cabaça da artesã Nadja Lima e as belíssimas esculturas em madeira de Simone Rocha, do ateliê do mestre Luiz Benício.

Além de tudo isso, homenageamos e muito a nossa querida Belo Horizonte, com lindos produtos que remetem às belezas da cidade, da Igrejinha da Pampulha aos tradicionais Ipês que colorem a Praça da Liberdade.

E para fechar o ciclo com chave de ouro, contemplamos e fizemos muitos pedidos às lindas estrelas de Daniela Ângelo, que deram luz e vida ao nosso Natal.

No final das contas, olhando para a trás, fica a sensação de que cumprimos com o nosso propósito de promover encontros e a arte local, e oferecer à você, cliente PdD, mimos, delicadezas, e um espaço repleto de cuidado, carinho, miudezas e inspirações.

A seguir, um pouco do registro fotográfico de tudo o que aconteceu por aqui em 2018! E que tenham todos um feliz (muito feliz) 2019!

Vitrines

Exposições

Banquinho & Eventos

PdD 8 Anos

Esquecimento

“O lugar da festa era pequeno. Depois de cumprimentar a anfitriã, sentei em um banco sob uma pequena árvore, na calçada.

Fazia frio e eu me enrolei nele. Foi quando chegou uma saudade desconhecida. Estava bom. Deitei meu cansaço naquele banco, os pensamentos subiram na árvore. Passeava meus olhos e ouvidos com distância prudente. Sorvia o caldo nostálgica, sem a intenção de decifrar seus ingredientes. Um gole de whisky alumiou meus sentidos. Deixei o restante do copo ser apenas desejo. Fiquei quieto, fingindo ser invisível.”

Naider de Freitas